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<channel><title><![CDATA[MEM&Oacute;RIA DOS BATISTAS - IGREJA BATISTA | MEM&Oacute;RIA E HIST&Oacute;RIA - CHECAMOS]]></title><link><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos]]></link><description><![CDATA[CHECAMOS]]></description><pubDate>Tue, 24 Feb 2026 06:10:42 -0300</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[Os primeiros batistas eram calvinistas? REPERCUTIMOS A FALA DE Augustus Nicodemus.]]></title><link><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/os-primeiros-batistas-eram-calvinistas-uma-resposta-a-augustus-nicodemus]]></link><comments><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/os-primeiros-batistas-eram-calvinistas-uma-resposta-a-augustus-nicodemus#comments]]></comments><pubDate>Sun, 05 May 2024 08:45:04 GMT</pubDate><category><![CDATA[Calvinistas]]></category><category><![CDATA[Checamos]]></category><category><![CDATA[Doutrinas]]></category><category><![CDATA[Hist&oacute;ria dos Batistas]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.igrejabatista.net/checamos/os-primeiros-batistas-eram-calvinistas-uma-resposta-a-augustus-nicodemus</guid><description><![CDATA[       Recentemente, o reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus, disse em sua rede social (link) que "no in&iacute;cio todos os batistas eram calvinistas (eram reformados)" o que leva a crer que os primeiros batistas eram calvinistas. Ele tem mais de 1,1 milh&otilde;es de seguidores no Instagram e por isso, gostar&iacute;amos aqui de repercutir sua fala sobre a hist&oacute;ria dos batistas. Mas ser&aacute; que todos os primeiros batistas eram calvinistas em sua confessionalidade? Ser&aacute; m [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.igrejabatista.net/uploads/2/0/8/1/20813448/story-moderno-link-treino-rosa-e-verde-1080-x-1350-px-4_orig.png" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">Recentemente, o reverendo presbiteriano <strong>Augustus Nicodemus</strong>, disse em sua rede social (<u><a href="https://www.instagram.com/p/C6eGkipr784/" target="_blank">link</a></u>) que "<strong>no in&iacute;cio todos os batistas eram calvinistas (eram reformados)" </strong>o que leva a crer que os primeiros batistas eram calvinistas. Ele tem mais de 1,1 milh&otilde;es de seguidores no Instagram e por isso, gostar&iacute;amos aqui de repercutir sua fala sobre a hist&oacute;ria dos batistas. Mas ser&aacute; que todos os primeiros batistas eram calvinistas em sua confessionalidade? Ser&aacute; mesmo que os primeiros batistas tinha uma confiss&atilde;o "irm&atilde; g&ecirc;mea" da confiss&atilde;o de F&eacute; de Westminster (dos presbiterianos) com ele diz em seu v&iacute;deo? Checamos as afirma&ccedil;&otilde;es e o resultado esta abaixo:</div>  <div>  <!--BLOG_SUMMARY_END--></div>  <div class="paragraph">&#8203;</div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">"no in&iacute;cio os batistas, todos, eram calvinistas"</font></em><br /><font color="#8d2424">ABSOLUTAMENTE, N&Atilde;O.</font></strong><span>&nbsp;Os primeiros batistas, conhecidos historicamente, n&atilde;o eram calvinistas. </span>John Smyth e Thomas Helwys&nbsp;<span>n&atilde;o eram calvinistas em sua confessionalidade. Sa&iacute;ram da Inglaterra sob forte persegui&ccedil;&atilde;o e foram para Holanda; l&aacute; foram influenciados pelo movimento menonita (anabatistas) com o qual tiveram contato e voltaram para a Inglaterra sob forte influ&ecirc;ncia arminiana. A primeira Confiss&atilde;o de F&eacute; Batista conhecida &eacute; claramente influenciada pela teologia arminiana, considerando aqui o documento "<em>Uma Declara&ccedil;&atilde;o de F&eacute; dos Ingleses que Permanecem em Amsterd&atilde;, Holanda</em>".&nbsp;</span><span>Ent&atilde;o, absolutamente, todos os primeiros batistas na verdade, n&atilde;o eram calvinistas em sua confessionalidade, considerando aqui o primeiro grupo historiograficamente atribuido como os primeiros batistas. Por tanto, ent&atilde;o h&aacute; aqui uma diferen&ccedil;a sim, entre os primeiros batistas com os nossos irm&atilde;os presbiterianos no entendimento da doutrina da elei&ccedil;&atilde;o e da predestina&ccedil;&atilde;o.</span><br /><strong>Confira a Declara&ccedil;&atilde;o de F&eacute; no link (em Ingl&ecirc;s):</strong><br /><u><span><a href="https://evangelicalarminians.org/helwys-declaration-of-faith-the-first-baptist-confession/" target="_blank">https://evangelicalarminians.org/helwys-declaration-of-faith-the-first-baptist-confession/</a><br /><br />Fontes:<br />&#8203;</span></u>https://evangelicalarminians.org/helwys-declaration-of-faith-the-first-baptist-confession/<br />Breve Historia de Los Bautistas Hasta 1900, E. C. Vedder, Casa Bautista de Publicaciones.<br />Esbo&ccedil;o da Hist&oacute;ria dos Baptistas, Tobert &amp; Faircloth, Edi&ccedil;&otilde;es Vida nova<br />O Cristianismo atrav&eacute;s dos S&eacute;culos, Earle E. Cairns, Edi&ccedil;&otilde;es Vida Nova<br />Hist&oacute;ria da Teologia Crist&atilde;, Roger Olson, Vida Acad&ecirc;mica<br /><br /></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">"no in&iacute;cio os batistas, todos, eram calvinistas, ... REFORMADOS"</font></em></strong><br /><strong><font color="#8d2424">QUEM S&Atilde;O REFORMADOS?</font></strong><span>&nbsp;Como dito anteriormente, os primeiros batistas no in&iacute;cio do movimento batista n&atilde;o eram calvinistas. Mas aqui o grifo em "reformados" &eacute; para levantar tamb&eacute;m uma quest&atilde;o. Quando o termo "reformado" se tornou (ao menos no Brasil) sin&ocirc;nimo de calvinista? Ser&aacute; que os demais grupos reformados, n&atilde;o podem ser chamados de reformados? &Eacute; uma nomenclatura restrita &agrave; confessionalidade calvinista? Esse &eacute; um questionamento leg&iacute;timo e necess&aacute;rio.</span><br /><br /></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">"... &eacute; s&oacute; voc&ecirc; ver a confiss&atilde;o de F&eacute; dos batistas do s&eacute;culo XVII, ela &eacute; irm&atilde; g&ecirc;mea da confiss&atilde;o de F&eacute; de Westminster, que &eacute; a confiss&atilde;o de F&eacute; dos presbiterianos"</font></em></strong><br /><strong><font color="#8d2424">N&Atilde;O &Eacute; BEM ASSIM.</font></strong><span>&nbsp;Essa &eacute; uma declara&ccedil;&atilde;o confusa, porque o reverendo n&atilde;o estabelece quais das DIVERSAS confiss&otilde;es de F&eacute; elaboradas pelos batistas ao longo do s&eacute;culo XVII. Ser&aacute; que ele se refere &agrave; confiss&atilde;o de F&eacute; Batista de 1689? Talvez. Mas ele deveria dar essa refer&ecirc;ncia e deixar claro, pois esta &eacute; a que realmente se aproxima. Contudo, ela n&atilde;o era subscrita pela maioria ou por todos os batistas. Existiram outras diversas confiss&otilde;es de f&eacute; batista do s&eacute;culo XVII que diferem substancialmente da confiss&atilde;o de F&eacute; de Westminster. E diga-se de passagem, do ponto de vista hist&oacute;rico e teol&oacute;gico da tradi&ccedil;&atilde;o batista brasileira, a confiss&atilde;o de F&eacute; Batista de 1689 (Londres), n&atilde;o foi subscrita pelos pioneiros, pelos mission&aacute;rios e pelos batistas brasileiros enquanto conven&ccedil;&otilde;es e associa&ccedil;&otilde;es. Alguns exemplos de confiss&otilde;es de F&eacute; Batista na inglaterra do s&eacute;culo XVII (particulares e gerais):</span><br /><br /><ul><li>Declara&ccedil;&atilde;o de F&eacute; de Thomas Helwys de 1611</li><li>Confiss&atilde;o Batista da "Primeira Londres" de 1644 - revisada em 1646</li><li>1651 A F&eacute; e Pr&aacute;tica de Trinta Congrega&ccedil;&otilde;es</li><li>1654 A verdadeira f&eacute; evang&eacute;lica declarada de acordo com as Escrituras</li><li>1656 A Confiss&atilde;o de F&eacute; de Somerset</li><li>Confiss&atilde;o de F&eacute; de Midland de 1655</li><li>1660 A Confiss&atilde;o Padr&atilde;o</li><li>1678 O Credo Ortodoxo</li><li>Confiss&atilde;o Batista "Segunda Londres" de 1689 - originalmente escrita em 1677</li><li>1691 Uma breve confiss&atilde;o ou uma breve narrativa de f&eacute;</li></ul></div>  <div><div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div> <hr class="styled-hr" style="width:100%;"></hr> <div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div></div>  <h2 class="wsite-content-title">informa&ccedil;&otilde;es<br />&#8203;<br /></h2>  <div class="paragraph"><strong><font color="#ae40a5" size="5"><em>Os primeiros batistas se diferenciavam sim, dos presbiterianos na doutrina da elei&ccedil;&atilde;o e da predestina&ccedil;&atilde;o</em></font><font color="#8d2424">.</font></strong><span>&nbsp;<br />&#8203;<br />O reverendo Augustus Nicodemus afirma em sua postagem que os primeiros batistas n&atilde;o se diferenciavam dos presbiterianos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; doutrina da elei&ccedil;&atilde;o e predestina&ccedil;&atilde;o. &Eacute; importante dizer que os primeiros batistas eram batistas conhecidos como gerais, que acreditavam na expia&ccedil;&atilde;o geral, em oposi&ccedil;&atilde;o a expia&ccedil;&atilde;o limitada (calvinista), logo, h&aacute; sim uma diferen&ccedil;a entre os primeiros batistas e os presbiterianos. Outro ponto &eacute; que para os primeiros batistas (primeira confiss&atilde;o de F&eacute; Batista, de Helwys, afirma "q</span>ue DEUS, antes da funda&ccedil;&atilde;o do mundo, predestinou que todos os que nele creem ser&atilde;o salvos (Ef&eacute;sios 1:4, 12; Marcos 16:16) e todos os que n&atilde;o crerem ser&atilde;o condenados (Marcos 16:16).", por tanto, h&aacute; aqui outra diferen&ccedil;a.<br />&#8203;</div>  <div class="paragraph"><em><strong><font color="#ae40a5" size="5">Mas &eacute; s&oacute; uma postagem no instagram....<br />&#8203;</font></strong></em><br />De algu&eacute;m que tem 1,1 milh&otilde;es de seguidores, inclu&iacute;ndo inumeros batistas que podem ser levados ao mesmo equ&iacute;voco e come&ccedil;arem a defender essa posi&ccedil;&atilde;o baseado neste post; sabemos que isso &eacute; poss&iacute;vel e real. Por isso, se faz necess&aacute;rio este pequeno artigo. Mesmo que n&atilde;o tenhamos a mesma amplitude de alc&acirc;nce e audi&ecirc;ncia do reverendo Nicodemus, mas ao menos fizemos a nossa parte em tentar informar.<br />&#8203;</div>  <div class="paragraph"><em><strong><font color="#ae40a5" size="5">Os batistas gerais e particulares se uniram na Inglaterra em 1891&#8203;<br />&#8203;</font></strong></em><br />Desde 1891 os batistas gerais e particulares se uniram em um &uacute;nico corpus coperado na inglaterra.</div>  <div><div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div> <hr class="styled-hr" style="width:100%;"></hr> <div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div></div>  <h2 class="wsite-content-title" style="text-align:left;">Uma importante declara&ccedil;&atilde;o a cerca do rev. augustus nicodemus e nossos irm&atilde;os batistas que aderem ao calvinismo<br /><br /></h2>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">&Eacute; importante dizer que este pequeno artigo n&atilde;o tem por objetivo realizar uma cr&iacute;tica pessoal ao reverendo Augustus Nicodemus. Somos conscientes da sua import&acirc;ncia no campo reformado brasileiro e como te&oacute;logo tem contrib&iacute;do muito para o evangelho no Brasil.<br /><br />Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; uma tentativa de "falar mal" dos calvinistas, ou dos batistas que s&atilde;o calvinistas, ou mesmo dizer que "n&atilde;o h&aacute; batistas calvinistas". Sabemos que desde o in&iacute;cio existiam os batistas gerais e batistas particulares, mas h&aacute; de se reconhecer que os primeiros batistas n&atilde;o eram calvinistas. Os batistas particulares (calvinistas), foram estabelecidos ao menos duas d&eacute;cadas depois. Reconhecer esse lapso hist&oacute;rico, tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; dem&eacute;rito algum aos irm&atilde;os batistas calvinistas.<br /><br />Fazemos esse artigo com muito zelo, cuidado e carinho com todas as tradi&ccedil;&otilde;es batistas que foram forjadas em um mosaico de tradi&ccedil;&otilde;es teol&oacute;gicas que se desenvolveram ao longo de quatro s&eacute;culos. Como diz nosso editorial do Mem&oacute;ria dos Batistas:<br /><br /><span><em>Consideramos todas as confiss&otilde;es e declara&ccedil;&otilde;es de F&eacute; Batistas como express&atilde;o do livre exerc&iacute;cio de f&eacute; de um grupo identificado com ela; consideramos tamb&eacute;m os valores hist&oacute;ricos impl&iacute;citos, bem como reconhecer que devem ser frutos reflex&atilde;o e debate teol&oacute;gico. Pensar diferente disso, seria n&atilde;o concorrer para um princ&iacute;pio hist&oacute;rico e b&aacute;sico dos batistas: liberdade de consci&ecirc;ncia e liberdade religiosa. Respeitamos todos os batistas que professam sua F&eacute;, que &eacute; expressa nas diversas confiss&otilde;es batistas. Afinal, ningu&eacute;m deixa de ser batista ou &eacute; mais batista por ser confessional a uma ou a outra.</em><br /><br />Contudo, esse artigo se fez necess&aacute;rio, para elucidar aos irm&atilde;os quanto a informa&ccedil;&atilde;o que, com muito zelo e cuidado dizemos, que est&aacute; equivocada historicamente.</span><br /><br /></div>  <div><div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div> <hr class="styled-hr" style="width:100%;"></hr> <div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div></div>  <div class="paragraph"><strong>Sobre o autor:</strong><br /><strong>Lucas Mour&atilde;o</strong> &eacute; historiador, arquivista e jornalista. Te&oacute;logo formado pelo Semin&aacute;rio Teol&oacute;gico Batista do Sul do Brasil, mestre em Estudos Teol&oacute;gico com passagem pela Southwestern Baptist Theological Seminary e Lucent University (EUA), al&eacute;m de diploma de mestre pela UNIRIO.</div>  <div><div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div> <hr class="styled-hr" style="width:100%;"></hr> <div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div></div>  <div class="paragraph"><u><strong>Fontes:</strong></u><ul><li><u>&#8203;</u><span>https://evangelicalarminians.org/helwys-declaration-of-faith-the-first-baptist-confession/</span></li><li><span>Breve Historia de Los Bautistas Hasta 1900, E. C. Vedder, Casa Bautista de Publicaciones.</span></li><li><span>Esbo&ccedil;o da Hist&oacute;ria dos Baptistas, Tobert &amp; Faircloth, Edi&ccedil;&otilde;es Vida nova</span></li><li><span>O Cristianismo atrav&eacute;s dos S&eacute;culos, Earle E. Cairns, Edi&ccedil;&otilde;es Vida Nova</span></li><li><span>Hist&oacute;ria da Teologia Crist&atilde;, Roger Olson, Vida Acad&ecirc;mica</span></li></ul></div>  <div><div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div> <hr class="styled-hr" style="width:100%;"></hr> <div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div></div>  <h2 class="wsite-content-title">LINKS RELACIONADOS:<br /><br /></h2>  <div class="paragraph"><ul><li><font color="#ae40a5" size="5"><strong><em><a href="https://www.igrejabatista.net/checamos/diferenca-entre-batistas-tradicionais-e-reformados" target="_blank">Qual a diferen&ccedil;a entre batistas tradicionais e reformados?</a></em></strong></font></li></ul></div>  <div class="paragraph"><ul><li><font size="5"><strong><em><a href="https://www.igrejabatista.net/checamos/os-batistas-gerais-da-inglaterra-desapareceram" target="_blank">Os Batistas Gerais da Inglaterra Desapareceram?</a></em></strong></font></li></ul></div>  <div class="paragraph"><ul><li><font size="5"><strong><em><a href="https://www.igrejabatista.net/checamos/os-primeiros-batistas-nao-batizavam-por-imersao-o-que-so-veio-acontecer-com-os-batistas-particulares-sera" target="_blank">Os primeiros batistas n&atilde;o batizavam por imers&atilde;o?</a></em></strong></font></li></ul></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[OS PRIMEIROS BATISTAS NÃO BATIZAVAM POR IMERSÃO, O QUE SÓ VEIO ACONTECER COM OS BATISTAS PARTICULARES. SERÁ?]]></title><link><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/os-primeiros-batistas-nao-batizavam-por-imersao-o-que-so-veio-acontecer-com-os-batistas-particulares-sera]]></link><comments><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/os-primeiros-batistas-nao-batizavam-por-imersao-o-que-so-veio-acontecer-com-os-batistas-particulares-sera#comments]]></comments><pubDate>Thu, 04 Jan 2024 07:05:20 GMT</pubDate><category><![CDATA[Checamos]]></category><category><![CDATA[Doutrinas]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.igrejabatista.net/checamos/os-primeiros-batistas-nao-batizavam-por-imersao-o-que-so-veio-acontecer-com-os-batistas-particulares-sera</guid><description><![CDATA[       Vez ou outra nos deparamos com certo revisionismo hist&oacute;rico acerca da hist&oacute;ria e origem dos batistas. Um ponto que sempre &eacute; levantado, &eacute; a quest&atilde;o do batismo por imers&atilde;o. Esta marca dos batistas seria um ponto doutrin&aacute;rio que &ldquo;comprovaria&rdquo; que os batistas seriam &ldquo;orf&atilde;os&rdquo; de origem nessa quest&atilde;o, sendo que at&eacute; 1644, com a "primeira confiss&atilde;o" de f&eacute; Batista de Londres, esse ponto seri [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.igrejabatista.net/uploads/2/0/8/1/20813448/baptism-02_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">Vez ou outra nos deparamos com certo revisionismo hist&oacute;rico acerca da hist&oacute;ria e origem dos batistas. Um ponto que sempre &eacute; levantado, &eacute; a quest&atilde;o do batismo por imers&atilde;o. Esta marca dos batistas seria um ponto doutrin&aacute;rio que &ldquo;comprovaria&rdquo; que os batistas seriam &ldquo;orf&atilde;os&rdquo; de origem nessa quest&atilde;o, sendo que at&eacute; 1644, com a "primeira confiss&atilde;o" de f&eacute; Batista de Londres, esse ponto seria &ldquo;esquecido&rdquo; na hist&oacute;ria e devemos aos batistas particulares a retomada dessa doutrina b&iacute;blica e batista. Mas ser&aacute; mesmo?</div>  <div>  <!--BLOG_SUMMARY_END--></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">No entanto, como j&aacute; dito, essa afirma&ccedil;&atilde;o de que os batistas particulares teriam retomado a imers&atilde;o, sendo que at&eacute; esta data todos grupos crist&atilde;os, reformados ou n&atilde;o, praticariam a afus&atilde;o ou aspers&atilde;o parece um cr&eacute;dito equivocado.&nbsp; Para come&ccedil;ar, antes dos batistas ascenderem como movimento, os anabatistas eram praticantes da imers&atilde;o, em 1523 um livreto anabatista denominado Sum of the Holy Scripture de l&iacute;ngua alem&atilde; e traduzido por Simon Fish em 1529 para o ingl&ecirc;s afirmava que &ldquo;<em>As &aacute;guas do batismo n&atilde;o tiram nossos pecados como se fossem &aacute;guas preciosas... n&oacute;s somos mergulhados na &aacute;gua... prometeu fazer quando somos atizados e tem o mesmo significado para n&oacute;s, somos mergulhados na &aacute;gua</em>&rdquo;(1), veja bem que o batismo &eacute; mergulhar na &aacute;gua, at&eacute; mesmo Mennon Simons, l&iacute;der anabatista conhecido como menonita dizia que &ldquo;<em>Depois de termos procurado t&atilde;o diligentemente, n&atilde;o encontramos outro batismo al&eacute;m da imers&atilde;o em &aacute;gua, que seja aceit&aacute;vel perante Deus e mantido em Sua Palavra</em>&rdquo;(2). Al&eacute;m desses, temos ainda, para citar por agora, o testemunho de um luterano e um cat&oacute;lico sobre o batismo por imers&atilde;o dos anabatistas. Primeiramente o luterano Johannes Kessler (1503&ndash;1574), em uma obra compilada sobre cr&ocirc;nicas da Reforma Protestante denominada <em>Sabbata</em>, mais precisamente numa obra chamada Gerchichte der Taufe (Hist&oacute;ria do Batismo) afirma que Conrad Grebel batizava por imers&atilde;o, no caso aqui um ex-monge chamado Wolfgang Ulimann (? - 1528), que se tornou l&iacute;der dos anabatistas, ele diz que Ulliman, quando batizado por Grebel teria sido imergido: &ldquo;<em>Wolfgang Uolimann, na sua viagem para Schaffhausen, encontrou Conrad Grebel, o qual o instruiu t&atilde;o fortemente no conhecimento anabatista que ele n&atilde;o foi aspergido com um prato, mas foi mergulhado e coberto pelas &aacute;guas do rio Reno</em>&rdquo;(3), mais uma vez corroborando a pr&aacute;tica do imersionismo, agora por um dos pastores mais influentes do movimento anabatista da &eacute;poca da Reforma.<br /><br />Ainda seguindo nesses testemunhos temos o bispo cat&oacute;lico L&acute;Abbe Fleury que em sua obra sobre hist&oacute;ria da igreja afirma: &ldquo;<em>Foi a chamada heresia dos anabatistas, porque este nome foi atribu&iacute;do a tal seita... como muitos deles deram esse nome [batismo] a esse fato, mergulhar de novo na sagrada fonte, por isso eram chamados Anabatistas</em>&rdquo;(4), mais uma vez testemunhando sobre a imers&atilde;o dentro dos anabatistas. Poder&iacute;amos tamb&eacute;m citar os anabatistas conhecidos como Collegiants (de origem remonstrante e dissid&ecirc;ncias dos menonitas), j&aacute; citados como os que levaram a imers&atilde;o a igreja de Jessey (igreja que deu origem a primeira igreja batista particular), dentre outros exemplos de relatos de batismos em rios com o modo da imers&atilde;o. E tamb&eacute;m h&aacute; algo mais a se destacar aqui: os anabatistas eram condenados e mortos com, geralmente, o chamado &ldquo;terceiro batismo&rdquo;, que consistia em executar a pessoa mergulhando-a num rio com pesos e correntes, modo com o qual foi, por exemplo, morto Felix Manz pelo governo reformado em Zurique afogado no rio Limmat42, o mesmo se encontra nas decis&otilde;es dos magistrados de Zurique, conforme testemunha Zwinglio dizendo &ldquo;<em>O ilustre senado decreta: o que mergulha em &aacute;gua, se afoga em seu batismo, que primeiro aconteceu</em>&rdquo;(5) e tamb&eacute;m diz apoiando a decis&atilde;o de afogar os anabatistas &ldquo;<em>Aquele que mergulha de novo, seja mergulhado</em>&rdquo; (6)<br /><br />Al&eacute;m disso, na pr&oacute;pria Inglaterra, a igreja estatal era praticante do batismo por imers&atilde;o, no Livro de Ora&ccedil;&atilde;o Comum, publicado em 1559, orienta que o rito seria &ldquo;<em>Ent&atilde;o o sacerdote tomar&aacute; a crian&ccedil;a em suas m&atilde;os e perguntar&aacute; o nome; e, nomeando a crian&ccedil;a, deve mergulh&aacute;-lo na &aacute;gua, de modo que seja feito discreta e cuidadosamente dizendo: N. Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Esp&iacute;rito Santo.Am&eacute;m</em>&rdquo;(7). Sendo que o contexto da ascens&atilde;o batista moderna na Inglaterra se d&aacute; dentro de uma igreja, pelo menos pela orienta&ccedil;&atilde;o oficial, imersionista. N&atilde;o somente isso, puritanos como Vavasor Powell diziam que &ldquo;<em>As &aacute;guas do batismo s&atilde;o solenes, significam imergir dentro, ou a lavagem do corpo com &aacute;gua no nome do Pai, [do Filho e do Esp&iacute;rito Santo] (Mt. 28:19). Significa a morte, o sepultamento e ressurrei&ccedil;&atilde;o de Cristo, tamb&eacute;m a limpeza espiritual e lavagem da justifica&ccedil;&atilde;o e regenera&ccedil;&atilde;o ou santifica&ccedil;&atilde;</em>o&rdquo;(8).<br /><br />Entre os batistas, antes de 1644, podemos citar como exemplos de imersionismo alguns personagens entre os primeiros batistas. Come&ccedil;amos com Leonard Busher, um membro da igreja batista de Hewlys e Smyth, mas que aderia as quest&otilde;es soteriol&oacute;gicas particulares (batista particular), geralmente lembrado pela defesa batista da separa&ccedil;&atilde;o entre Igreja e Estado (veremos a seguir), mas &ldquo;esquecido&rdquo; na quest&atilde;o do batismo por imers&atilde;o. Busher afirma, na sua obra <em>Religious Peace or a plea for liberty of conscience </em>de 1614 que &ldquo;<em>Cristo ordenou aos seus disc&iacute;pulos a ensinar a todas as na&ccedil;&otilde;es, e batiz&aacute;-los, isto &eacute;, pregar a palavra da salva&ccedil;&atilde;o para toda criatura de toda sorte de na&ccedil;&atilde;o&nbsp; que s&atilde;o dignas e desejam receb&ecirc;-la. E ent&atilde;o recebendo-a desejosamente e alegremente, Ele comandou batiz&aacute;-los na &aacute;gua, isto &eacute;, imergir para a morte na &aacute;gua</em>&rdquo;(9), Busher era membro da Igreja Batista comandada por Thomas Hewlys (como vimos considerada a primeira igreja batista moderna). Al&eacute;m dele, sucedendo Hewlys no pastoreio, o pastor John Morton tamb&eacute;m afirma a imers&atilde;o, numa anota&ccedil;&atilde;o marginal no livro de E. Jessop, defendendo o credobatismo e a imers&atilde;o ele diz &ldquo;<em>(Para v&oacute;s) o batismo de Cristo &eacute; (o tipo de) coisa das quais (beb&ecirc;s) n&atilde;o s&atilde;o habilitados. (Nesse caso eles) seriam afogados como muitos (foram) na hist&oacute;ria, agora &eacute; feito uma nova (forma) para eles, (chamada) aspergir suas (cabe&ccedil;as) ao inv&eacute;s de imergir, (que) &eacute; o que a palavra batismo significa</em>&rdquo;(10). Na pr&oacute;pria igreja JLJ, da qual se afirma sair o grupo que deu origem aos batistas particulares, a imers&atilde;o j&aacute; era praticada antes, &eacute; o que atesta Daniel Feathley, um antagonista dos batistas que diz que durante vinte anos, os batistas &ldquo;<em>se aglomeram em grandes multid&otilde;es para seus Jord&atilde;os, e ambos os sexos entram no rio, e s&atilde;o mergulhados &agrave; sua maneira, com uma esp&eacute;cie de feiti&ccedil;o dentro da cabe&ccedil;a de seus princ&iacute;pios err&ocirc;neos</em>&rdquo;(11), a obra &eacute; de 1645, o que coloca a imers&atilde;o anterior a 1625. At&eacute; mesmo na igreja JLJ temos um documento da &eacute;poca de John Lathrop, ou seja, anterior a 1634, que fal das pr&aacute;ticas imersionistas denominado o T<em>o Sions virgins:: or, A short forme of catechisme of the doctrine of baptisme, in use in these times that are so full of questions.</em> (12), e n&atilde;o somente isso, ap&oacute;s Lathrop, no pastoreio de Henry Jessey, Richard Blunt foi designado para ir de encontro ao anabatistas denominados Collegiants em 1642, dos quais recebeu o batismo por imers&atilde;o e voltou a Inglaterra para batizar, por imers&atilde;o, os membros junto com P. Barebone (13).<br /><br />Para recapitularmos a quest&atilde;o temos alguns fatos hist&oacute;ricos aqui comprovados:<br /><br />1) Que os anabatistas praticavam a imers&atilde;o j&aacute; antes no s&eacute;culo XVI<br />2) Que na Inglaterra j&aacute; se praticava a imers&atilde;o, j&aacute; antes no s&eacute;culo XVI<br />3) Que os batistas j&aacute; tamb&eacute;m tinham como modo de batismo a imersao, antes de 1644<br />4) Que at&eacute; mesmo na origem dos batistas particulares a imers&atilde;o j&aacute; era praticada pelo menos um bom tempo antes de 1644, e a mesma fora trazida como modo correto por anabatistas holandeses (Collegiants)&gt;<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br />Ap&oacute;s todas essas asser&ccedil;&otilde;es, &eacute; importante destacar a extrema necessidade de que, para afirmarmos as coisas inerentes a hist&oacute;ria, precisamos pesquisar, principalmente me fontes prim&aacute;rias ou pr&oacute;ximas.<br /><br /><strong><font size="5">Refer&ecirc;ncias:</font></strong><br /><br />(1) Sum of The Holy Scripture, Simon Fish (trad.), 1529, British Museum. 4401, b. 2.<br />(2) Menno Simons, Opera, 1539, p. 24 <em>apud </em>Robert Robinson, History Of Baptism, p. 694-695, Nashville, 1860.<br />(3) Johannes Kessler, Sabbatta, II, 266, <em>apud</em> Gerchichte der Taufe, p. 184.<br />(4) L'Abbe Fleury, Historiae Ecclesiastiscs XXXIV, 282.<br />(5) Zwinglio, Elenchus Contra Catabaptistas, 115, 364.<br />(6) Zwinglio, 1526 <em>apud</em> Gerard Brandt, The History Of The Reformation In The Low Countries, 1671, Vol. I, p. 57.<br />(7) Book Of Common Prayer, The Ministracion Of Baptisme To Be Used In The Churche, 1559.<br />(8) Edward Bagshaw, The life and death of Mr. Vavasor Powell, that faithful minister and confessor of Jesus Christ wherein his eminient conversion, laborious successful ministry, excellent conversation are faithfully recorded for publick benefit, Londres, 1671, p. 35-41.<br />(9) Leonard Busher, <em>Religious Peace, A Plea For Liberty Of Conscience</em>, Londres, 1614, p. 50.<br />(10) John Morton <em>apud</em> William H. Burgess, John Smith, The Se-Baptist, 1911, 827.<br />(11) Daniel Feathley, The Dipper Dipt, Epistle Dedicatory, 1645.<br />(12) To Sions virgins:: or, A short forme of catechisme of the doctrine of baptisme, in use in these times that are so full of questions. By an antient member, of that long agoe gathered congregation, whereof Mr. Henry Jacob was an instrument of gathering it, and the pastour worthy of double honour, Mr. John Lathroppe succeeding him, now pastor in New England; and the beloved congregation, through Gods mercies sees her teachers, waiting when God shall give more liberty and pastours according to his own heart, praying the Lord of the harvest to thrust forth labourers into his harvest, ed. 1644.<br />(13) J. H. de Hoop Scheffer, De Brownisten Te Amterdam Gedurende De Eerste Tijd Na Hunne Vestiging, 1881, p. 156.</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Southwestern Baptist Theological Seminary adota da Confissão de Fé de New Hampshire? Nós checamos!]]></title><link><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/southwestern-baptist-theological-seminary-adota-da-confissao-de-fe-de-new-hampshire-nos-checamos]]></link><comments><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/southwestern-baptist-theological-seminary-adota-da-confissao-de-fe-de-new-hampshire-nos-checamos#comments]]></comments><pubDate>Sun, 24 Sep 2023 03:04:28 GMT</pubDate><category><![CDATA[Checamos]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.igrejabatista.net/checamos/southwestern-baptist-theological-seminary-adota-da-confissao-de-fe-de-new-hampshire-nos-checamos</guid><description><![CDATA[       Na &uacute;ltima quinta-feira, dia 21 de setembro de 2023, foi realizado um encontro para perguntas e respostas sobre o Mestrado em Estudos Teol&oacute;gicos da Southwestern EAD em Portugu&ecirc;s. A SWTBS &eacute; um semin&aacute;rio batista do sul dos Estados Unidos.Na ocasi&atilde;o o pastor David Blodsoe, um mission&aacute;rio da International Mission Board dedicado ao ensino teol&oacute;gico no Brasil, informou para a audi&ecirc;ncia que assistia a sess&atilde;o via aplicativo Zoom q [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.igrejabatista.net/uploads/2/0/8/1/20813448/cats_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><font color="#2a2a2a">Na &uacute;ltima quinta-feira, dia 21 de setembro de 2023, foi realizado um encontro para perguntas e respostas sobre o Mestrado em Estudos Teol&oacute;gicos da Southwestern EAD em Portugu&ecirc;s. A SWTBS &eacute; um semin&aacute;rio batista do sul dos Estados Unidos.<br /><br />Na ocasi&atilde;o o pastor David Blodsoe, um mission&aacute;rio da International Mission Board dedicado ao ensino teol&oacute;gico no Brasil, informou para a audi&ecirc;ncia que assistia a sess&atilde;o via aplicativo Zoom que o Southwestern tem alguns documentos confessionais e entre eles est&aacute; a Confiss&atilde;o de F&eacute; de New Hampshire.<br /><br />Contudo, no site da Southwestern no link "Cren&ccedil;as" a confiss&atilde;o de New Hampshire n&atilde;o est&aacute; listada entre os documentos confessionais do semin&aacute;rio sulista. Apenas est&atilde;o "F&eacute; e Mensagem Batista" adotada pela Conven&ccedil;&atilde;o Batista do Sul em 2000, a&nbsp;Declara&ccedil;&atilde;o de Chicago sobre a Inerr&acirc;ncia B&iacute;blica, a Declara&ccedil;&atilde;o de Danvers sobre a masculinidade e a feminilidade b&iacute;blicas e a Declara&ccedil;&atilde;o de Nashville s&atilde;o reconhecidas pelo semin&aacute;rio como documentos orientadores que esclarecem e estabelecem o significado da Confiss&atilde;o de F&eacute;, essas foram citadas, acertadamente. Contudo, a Confiss&atilde;o de F&eacute; de New Hampshire que tamb&eacute;m fora citada, inclusive sendo objeto de propaganda pelo eminente mission&aacute;rio, n&atilde;o &eacute; adotada oficialmente pelo semin&aacute;rio conforme seu site oficial. A informa&ccedil;&atilde;o esta equivocada.</font><br /><br /><font color="#32373f">Fonte:</font><br /><a href="https://swbts.edu/beliefs/" target="_blank"><u>https://swbts.edu/beliefs/</u>&#8203;</a></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Os Batistas gerais da inglaterra Desapareceram?]]></title><link><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/os-batistas-gerais-da-inglaterra-desapareceram]]></link><comments><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/os-batistas-gerais-da-inglaterra-desapareceram#comments]]></comments><pubDate>Wed, 19 Apr 2023 23:24:12 GMT</pubDate><category><![CDATA[Batistas Reformados]]></category><category><![CDATA[Calvinistas]]></category><category><![CDATA[Hist&oacute;ria dos Batistas]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.igrejabatista.net/checamos/os-batistas-gerais-da-inglaterra-desapareceram</guid><description><![CDATA[       Por vezes, encontramos pessoas que se apresentam como pesquisadores da hist&oacute;ria batista e que, na tentativa de evidenciar ou favorecer sua linha teol&oacute;gica, acabam propagando narrativas hist&oacute;ricas repletas de erros. Para isso, utilizam como fonte outros autores contempor&acirc;neos que seguem a mesma estrat&eacute;gia, reproduzindo apenas vers&otilde;es do mesmo erro. Infelizmente, algumas dessas imprecis&otilde;es s&atilde;o disseminadas por pessoas sinceras que acomp [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.igrejabatista.net/uploads/2/0/8/1/20813448/published/whatsapp-image-2023-04-19-at-20-17-38.jpeg?1681946719" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Por vezes, encontramos pessoas que se apresentam como pesquisadores da hist&oacute;ria batista e que, na tentativa de evidenciar ou favorecer sua linha teol&oacute;gica, acabam propagando narrativas hist&oacute;ricas repletas de erros. Para isso, utilizam como fonte outros autores contempor&acirc;neos que seguem a mesma estrat&eacute;gia, reproduzindo apenas vers&otilde;es do mesmo erro. Infelizmente, algumas dessas imprecis&otilde;es s&atilde;o disseminadas por pessoas sinceras que acompanham quem produz esse tipo de conte&uacute;do apolog&eacute;tico em determinada linha teol&oacute;gica. Assim, acabam replicando essas informa&ccedil;&otilde;es nas redes sociais e at&eacute; mesmo participam de discuss&otilde;es, defendendo posicionamentos hist&oacute;ricos equivocados.<br /><br />Um dos erros mais comuns desse grupo &eacute; afirmar que "os batistas gerais desapareceram porque s&oacute; se casavam entre si", praticando a endogamia, por exemplo. Essas alega&ccedil;&otilde;es s&atilde;o feitas sem qualquer refer&ecirc;ncia a fontes prim&aacute;rias ou pesquisas acad&ecirc;micas exaustivas que corroborem tal afirma&ccedil;&atilde;o. A verdade &eacute; que os batistas gerais continuaram existindo desde o in&iacute;cio do movimento batista at&eacute; a forma&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o Batista da Gr&atilde;-Bretanha, na qual se uniram aos batistas particulares.<br /><br />Preparamos uma linha do tempo dos Batistas Gerais ingleses ao longo dos &uacute;ltimos s&eacute;culos, demonstrando sua atividade cont&iacute;nua at&eacute; a coopera&ccedil;&atilde;o com os batistas particulares no final do s&eacute;culo XIX. Portanto, n&atilde;o. <strong>Absolutamente N&Atilde;O. Eles n&atilde;o desapareceram.</strong><br />&#8203;</div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">1611 &ndash; Primeira Confiss&atilde;o de F&eacute; Batista moderna (Thomas Hewlys)<br />1612 &ndash; Fundada a primeira Igreja Batista moderna e primeira igreja Batista Geral<br />1638 &ndash; Fundada em Rhode Island, por Roger Williams, a primeira igreja batista em solo americano, composta por membros batistas gerais ingleses.<br />1644 &ndash; Batistas gerais e particulares fundam uma igreja mista em Newport.<br />1651 &ndash; Escrita e publicada A F&eacute; e Pr&aacute;tica das 30 Congrega&ccedil;&otilde;es (Confiss&atilde;o de F&eacute; Batista geral)<br />1652 &ndash; A igreja de Roger Williams funda a primeira associa&ccedil;&atilde;o batista geral em solo americano a General Six-Principles Baptists (Batistas Gerais dos Seis Princ&iacute;pios)<br />1654 &ndash; Publicada a Segunda Confiss&atilde;o de F&eacute; Batista de Londres (Batista geral)<br />1660 &ndash; Publicada a Confiss&atilde;o de F&eacute; Padr&atilde;o (Batista geral)<br />1663 &ndash; Benjamin Laker assina a Confiss&atilde;o de F&eacute; Padr&atilde;o<br />1670 &ndash; O primeiro encontro das associa&ccedil;&atilde;o das Igrejas Batistas Gerais dos Seis Princ&iacute;pios ocorre nos EUA&nbsp;<br />1685 &ndash; Benjamin Laker vem para os EUA (Albermale)<br />1690 &ndash; Os Batistas Gerais dos Seis Princ&iacute;pios v&atilde;o para a Inglaterra<br />1701 &ndash; Morre Benjamin Laker, ele antes de morrer distribui obras e livros, dentre eles, Cristianismus Primitivus, do maior batista geral ingl&ecirc;s do s&eacute;culo XVII: Thomas Grantham<br />1714 &ndash; Batistas Gerais na Virg&iacute;nia solicitam para uma associa&ccedil;&atilde;o batista geral inglesa livros e pastores<br />1719 &ndash; Paul Palmer casa-se com a enteada de Benjamin Laker: Joanna Taylor Jeffreys Peterson<br />1727 &ndash; Paul Palmer torna-se pastor batista geral e funda uma igreja batista geral em Chowan County, Carolina do Norte.<br />1729 &ndash; Igrejas Batistas gerais se juntam para formar uma associa&ccedil;&atilde;o batista geral e elaboram uma confiss&atilde;o de f&eacute; batista geral, &eacute; o in&iacute;cio do movimento Palmer.<br />1750 &ndash; Cerca de pelo menos 10 mil batistas gerais &eacute; o n&uacute;mero contado no reinado de George II na Inglaterra&nbsp;<br />1770 &ndash; Fundada a Assembleia da Livre Gra&ccedil;a dos Batistas Gerais (New Connexion)<br />1780 &ndash; Benjamin Randall funda a primeira igreja batista geral conhecidos como &ldquo;batistas do livre arb&iacute;trio&rdquo;<br />1800 &ndash; A New Connexion j&aacute; tem mais de 2600 membros, tendo fundado em 1798 seu semin&aacute;rio e editado sua revista &ldquo;General Baptist Magazine&rdquo;<br />1812 &ndash; A associa&ccedil;&atilde;o batista geral na Carolina do Norte faz sua associa&ccedil;&atilde;o e publica seus artigos de f&eacute; (1812 Former Articles)<br />1824 &ndash; Fundada a Liberty, associa&ccedil;&atilde;o de igrejas batistas gerais no Kentucky<br />1827 &ndash; Fundada a General Conference, no estado de Nova Iorque<br />1832 &ndash; Batistas gerais e particulares come&ccedil;am a se unir na Inglaterra<br />1834 &ndash; Publicada a confiss&atilde;o de f&eacute; do movimento iniciado por Benjamin Randall<br />1870 &ndash; A &ldquo;General Association&rdquo; de Batistas gerais j&aacute; tem quase 400 igrejas e mais de 21 mil membros<br />1891 &ndash; Ocorre a fus&atilde;o entre batistas gerais e particulares na Inglaterra dentro da Baptist Union Of Great Britain.<br /><br /><strong><font size="4">Fontes</font></strong>:<ul><li style=""><font color="#3f3f3f"><span style="font-weight: bolder;">Helwys Confession, Thomas Helwys, 1611 | The Reformed Reader</span>. Dispon&iacute;vel em: &lt;https://www.reformedreader.org/ccc/helwysconfession.htm&gt;. Acesso em: 20 abr. 2023.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f"><span style="font-weight:bolder">The Baptist Tradition</span>. Dispon&iacute;vel em: &lt;https://www.missouristate.edu/Reformations/Baptist.htm&gt;.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">&#8203;<span style="font-weight:bolder">Today in History - February 5</span>. Dispon&iacute;vel em: &lt;https://www.loc.gov/item/today-in-history/february-05/&gt;.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f"><span><strong>History of the Baptists</strong>&nbsp;</span>by Robert G. Torbet<br /></font></li><li style=""><font color="#3f3f3f"><strong>Baptist History in England and America</strong>: Personalities, Positions, and Practices &ndash; February 22, 2018 by David Beale<br /></font></li><li style=""><font color="#3f3f3f"><span style="font-weight:bolder">Historic Baptist Documents - Confessions, Catechisms, Creeds | The Reformed Reader</span>. Dispon&iacute;vel em: &lt;https://www.reformedreader.org/ccc/hbd.htm&gt;. Acesso em: 20 abr. 2023.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">&#8203;Michael R. Watts,&nbsp; The Dissenters: Vol. 1, <strong>From the Reformation to the French Revolution</strong>, Clarendon Press, 1978.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">Thomas Lawson &amp; John Slee, <strong>AN UNTAUGHT TEACHER</strong> Witnessed against., 1655.&nbsp;</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f"><strong>General Six Principle Baptist Archives</strong>, Religious body, Rhode Island, Records, 1680-1955. Bulk 1743-1917., MSS 145.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">William H. Brackney, <strong>The A to Z of the Baptists</strong>, p. 336.<br /></font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">Henry C. Vedder, <strong>A Short History of Baptists</strong>.<br /></font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">William F. Davidson, <strong>The Free Will Baptists in America</strong>, 1727-1984.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">Achilles Coffey, <strong>A Brief History Of Regular Baptists</strong>&nbsp;</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">A. C. Wondwerwood, <strong>A History Of English Baptists</strong>, 1970.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">Richard Knight, <strong>History of the General Or Six-Principle Baptists in Europe and America</strong>, In Two Parts, 2014.</font></li><li style=""><font color="#3f3f3f">Edwin Welch, <strong>The Origins Of The New Connexion of General Baptists in Leicestershire</strong>, 1995.<br /></font></li><li style=""><font color="#3f3f3f"><span style="font-weight: bolder;">What Does It Mean to Be a &ldquo;Regular&rdquo; Baptist?</span>&nbsp;Dispon&iacute;vel em: &lt;https://baptistbulletin.org/the-baptist-bulletin-magazine/what-does-it-mean-to-be-a-regular-b</font><font color="#000000">aptist/&gt;. Acesso em: 20 abr. 2023.</font><br /><span></span></li></ul></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[MARCUS PAIXÃO E A CRÍTICA À HISTÓRIA DOS BATISTAS SEGUNDO A CBB]]></title><link><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/marcus-paixao-e-a-critica-a-historia-dos-batistas-segundo-a-cbb]]></link><comments><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/marcus-paixao-e-a-critica-a-historia-dos-batistas-segundo-a-cbb#comments]]></comments><pubDate>Fri, 08 Oct 2021 07:29:29 GMT</pubDate><category><![CDATA[Batistas Reformados]]></category><category><![CDATA[Batistas Tradicionais]]></category><category><![CDATA[Calvinistas]]></category><category><![CDATA[CBB]]></category><category><![CDATA[Hist&oacute;ria dos Batistas]]></category><category><![CDATA[Puritanos]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.igrejabatista.net/checamos/marcus-paixao-e-a-critica-a-historia-dos-batistas-segundo-a-cbb</guid><description><![CDATA[       Marcus Paix&atilde;o mantem um curso online sobre tradi&ccedil;&atilde;o e hist&oacute;ria dos batistas, realizando narrativas que favore&ccedil;am o grupo de batistas conhecidos como "batistas reformados". Um dos m&oacute;dulos do curso faz uso da imagem do pastor Reis Pereira, conhecido historiador batista, e que traz o t&iacute;tulo "Cr&iacute;tica &agrave; Hist&oacute;ria dos Batistas Segundo a CBB". Obviamente n&atilde;o compramos o curso, mas vamos analisar o texto de apresenta&cced [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.igrejabatista.net/uploads/2/0/8/1/20813448/4565465456_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">Marcus Paix&atilde;o mantem um curso online sobre tradi&ccedil;&atilde;o e hist&oacute;ria dos batistas, realizando narrativas que favore&ccedil;am o grupo de batistas conhecidos como "batistas reformados". Um dos m&oacute;dulos do curso faz uso da imagem do pastor Reis Pereira, conhecido historiador batista, e que traz o t&iacute;tulo "<u><a href="https://chtb.com.br/curso/critica-a-historia-dos-batistas-segundo-a-cbb/comprar" target="_blank">Cr&iacute;tica &agrave; Hist&oacute;ria dos Batistas Segundo a CBB</a></u>". Obviamente n&atilde;o compramos o curso, mas vamos analisar o texto de apresenta&ccedil;&atilde;o com um olhar cr&iacute;tico sobre a semi&oacute;tica apresentada com o t&iacute;tulo e texto, que fez uso da imagem do Reis Pereira. Confira!</div>  <div>  <!--BLOG_SUMMARY_END--></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><br />O texto de apresenta&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a com a seguinte afirmativa:<br /><br /><em><strong><font color="#ae40a5" size="5">"Em duas aulas o professor Marcus Paix&atilde;o apresenta uma relevante cr&iacute;tica &agrave; teoria do sucessionismo batista, posi&ccedil;&atilde;o defendida oficialmente pela CBB."</font></strong></em><br /><strong><font color="#8d2424">EQUIVOCADO.</font></strong>&nbsp;Essa &eacute; uma informa&ccedil;&atilde;o equivocada, feita de maneira muito subjetiva e duvidosa, sobre a narrativa apresentada na reda&ccedil;&atilde;o do texto contido no site oficial da Conven&ccedil;&atilde;o Batista Brasileira no menu Nossa Hist&oacute;ria (<u><a href="http://www.convencaobatista.com.br/siteNovo/pagina.php?MEN_ID=24" target="_blank">clique aqui</a></u>). Apesar do in&iacute;cio do texto ser abstrato, o texto original da CBB informa que os batistas&nbsp;tem origem nos separatistas ingleses. Por tanto a informa&ccedil;&atilde;o que a posi&ccedil;&atilde;o oficial da CBB &eacute; a do sucessionismo batistas (Teoria JJJ) &eacute; um equivocada. Tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; registros em atas de assembleias da CBB que esta seja a posi&ccedil;&atilde;o oficial assumida pela entidade.&nbsp;<br /><br /><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">A origem dos batistas est&aacute; ligada ao movimento puritano ingl&ecirc;s do s&eacute;culo XVII, e os batistas brasileiros s&atilde;o o fruto do trabalho do grupo de batistas calvinista ingleses.</font></em></strong><br /><strong><font color="#8d2424">FALSO.</font></strong>&nbsp;Essa &eacute; outra informa&ccedil;&atilde;o informa&ccedil;&atilde;o falsa. Os batistas brasileiros s&atilde;o fruto do trabalho mission&aacute;rio da Junta de Richmond (hoje IMB - <u><a href="https://www.imb.org/175/missionary-profiles/william-and-anne-bagby/" target="_blank">Clique aqui</a></u>), ou seja, batistas do sul dos Estados Unidos. Essa frase destacada usa um recurso cl&aacute;ssico na constru&ccedil;&atilde;o de "fake news". Come&ccedil;a dando uma informa&ccedil;&atilde;o ver&iacute;dica, de que os batistas tem origem inglesa no contexto da insurg&ecirc;ncia contra a igreja oficial do Estado, influenciado pelo movimento puritano, para conquistar aten&ccedil;&atilde;o e confian&ccedil;a para ent&atilde;o, aplicar um discurso falso: que o trabalho dos batistas brasileiros &eacute; fruto de batistas calvinistas ingleses. Essa &uacute;ltima informa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdadeira.<br /><br /><strong>SEMI&Oacute;TICA DISTORCIDA</strong><br />O uso indevido da imagem do pastor Reis Pereira, para ilustrar o curso vendido, &eacute; um recurso de semi&oacute;tica na tentativa de ligar as informa&ccedil;&otilde;es equivocadas no texto de apresenta&ccedil;&atilde;o, a figura de autoridade que Jos&eacute; dos Reis Pereira det&eacute;m como historiador t&atilde;o respeitado no meio batista, talvez na tentativa de deslegitima-lo. Em seu livro Breve Hist&oacute;ria dos Batistas no Brasil de 1978, Reis Pereira apresenta as tr&ecirc;s principais correntes e afirma "<em>que &eacute; poss&iacute;vel aproveitar um pouco de cada uma</em>". Mesma fala no v&iacute;deo de seu relato postado em nosso instagram (<a href="https://www.instagram.com/tv/CHdt2X4jDNs/" target="_blank">clique aqui para ver</a>). Ocorre que Reis Pereira n&atilde;o fecha quest&atilde;o, possivelmente por uma quest&atilde;o pol&iacute;tica, pois h&aacute; na CBB grupos que defendem as tr&ecirc;s teorias, incluindo ministros batistas da CBB que defendem a teoria J-J-J (sucessionismo), advogada no livro "Rastro de Sangue", que apesar de nunca ter sido lan&ccedil;ado ou impresso pela CBB de maneira oficial, teve sua distribui&ccedil;&atilde;o em portugu&ecirc;s realizada em larga escala na d&eacute;cada de 60. Contudo, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel dizer que esta seja a posi&ccedil;&atilde;o oficial da CBB, pois como informamos acima, o link em seu site oficial informa a origem inglesa. Tamb&eacute;m essa n&atilde;o &eacute; a posi&ccedil;&atilde;o de Reis Pereira, j&aacute; que em seu livro ele n&atilde;o fecha quest&atilde;o.</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Diferença entre batistas tradicionais e reformados?]]></title><link><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/diferenca-entre-batistas-tradicionais-e-reformados]]></link><comments><![CDATA[https://www.igrejabatista.net/checamos/diferenca-entre-batistas-tradicionais-e-reformados#comments]]></comments><pubDate>Thu, 07 Oct 2021 11:56:24 GMT</pubDate><category><![CDATA[Batistas Reformados]]></category><category><![CDATA[Batistas Tradicionais]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.igrejabatista.net/checamos/diferenca-entre-batistas-tradicionais-e-reformados</guid><description><![CDATA[       Vamos repercutir e checar algumas informa&ccedil;&otilde;es citadas pelo pastor Felipe Niel no v&iacute;deo&nbsp;do Canal do presbiteriano Wriel Ferreira "Perguntar n&atilde;o Ofende" com o tema: "Qual a diferen&ccedil;a entre os Batistas Tradicionais e os Batistas Reformados?". Confira!&#8203;      "A denomina&ccedil;&atilde;o batista esta fragmentada"VERDADEIRO. De fato, a denomina&ccedil;&atilde;o batista, seja regionalmente, nacionalmente ou globalmente esta bastante fragmentada, com  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.igrejabatista.net/uploads/2/0/8/1/20813448/perguntar_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">Vamos repercutir e checar algumas informa&ccedil;&otilde;es citadas pelo pastor Felipe Niel no <u><a href="https://www.youtube.com/watch?v=gtoPmqXyqP8" target="_blank">v&iacute;deo</a></u>&nbsp;do Canal do presbiteriano Wriel Ferreira "Perguntar n&atilde;o Ofende" com o tema: "Qual a diferen&ccedil;a entre os Batistas Tradicionais e os Batistas Reformados?". Confira!<br />&#8203;<br /></div>  <div>  <!--BLOG_SUMMARY_END--></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">"A denomina&ccedil;&atilde;o batista esta fragmentada"</font></em><br /><font color="#8d2424">VERDADEIRO.</font></strong> De fato, a denomina&ccedil;&atilde;o batista, seja regionalmente, nacionalmente ou globalmente esta bastante fragmentada, com tradi&ccedil;&otilde;es e liturgias distintas.<br /><br /><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">"esta fragmentada, com uma crise muito grande de identidade"</font></em><br /><font color="#8d2424">VERDADEIRO, MAS</font></strong> precisamos entender que identidade &eacute; essa proposta pelo pastor. Cada grupo desse mosaico batista vai evocar para seu grupo a defensa da verdadeira identidade batista. Contudo, percebemos que muitas igrejas com nome de "igrejas batistas" realmente est&atilde;o perdendo sua identidade com qualquer grupo batista que seja. Se for nesse sentido, esta correto.<br /><br /><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">"voc&ecirc; tem em igrejas batistas tidas como tradicionais, igrejas lideradas por ap&oacute;stolos"</font></em><br /><font color="#8d2424">EQUIVOCADO.</font></strong> Essa &eacute; uma percep&ccedil;&atilde;o errada. Antes de dizer porque &eacute; uma percep&ccedil;&atilde;o errada, cabe dizer que os batistas tradicionais, geralmente s&atilde;o os batistas estritamente denominacionais, identificados e cooperados em torno da Conven&ccedil;&atilde;o Batista Brasileira (CBB), com uma liturgia considerada cl&aacute;ssica. Essa &eacute; uma alcunha aceita por alguns desses batistas, mas n&atilde;o evocada ou reivindicada por eles, a priori. Igrejas que seus ministros se auto intitularam ap&oacute;stolos deixaram de ser uma igreja batista, na opini&atilde;o dos batistas tradicionais. Al&eacute;m disso, igrejas que o ministro se auto intitula ap&oacute;stolo geralmente saem do rol de igrejas filiadas a CBB ou s&atilde;o desligadas em assembleias denominacionais. De fato, ter um ap&oacute;stolo no meio de igrejas "tradicionais" na verdade seria um baita desconforto para os batistas que s&atilde;o chamados de tradicionais; de sorte que essa afirmativa n&atilde;o &eacute; s&oacute; equivocada, como injusta. A pr&oacute;pria Ordem dos Pastores Batistas do Brasil em seus documentos oficiais, veda que seus associados adotem tal t&iacute;tulo. Por tanto, n&atilde;o &eacute; uma informa&ccedil;&atilde;o verdadeira.&nbsp;<br /><br /><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">"o batista reformado, ele &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; voltando a sua origem dos batistas"</font></em><br /><font color="#8d2424">EQUIVOCADO.</font></strong><span>&nbsp;Essa &eacute; uma percep&ccedil;&atilde;o errada. &Eacute; importante dizer que na hist&oacute;ria dos batistas, tanto na brasileira quanto na inglesa, nunca foi usado a alcunha de "batista reformado". Essa alcunha come&ccedil;a a ser vista apenas de maneira pontual na d&eacute;cada de 1960, evocando a tradi&ccedil;&atilde;o dos batistas particulares (de linha calvinista), e parece sempre flertar com doutrinas de outras denomina&ccedil;&otilde;es reformadas. A origem batista n&atilde;o necessariamente &eacute; calvinista. Essa &eacute; uma percep&ccedil;&atilde;o equivocada, seja na realidade inglesa, quanto na realidade brasileira; como se ambas fossem de origem t&atilde;o somente calvinista, o que sabemos que n&atilde;o &eacute;. Por tanto, se a frase fosse "<em>o batista reformado, ele &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; voltando as origem dos batistas particulares</em>", a&iacute; a afirmativa seria verdadeira.</span><br /><br /><strong><em><font color="#ae40a5" size="5">"a primeira declara&ccedil;&atilde;o de f&eacute; de uma conven&ccedil;&atilde;o batista, ela &eacute; reformada"</font></em><br /><font color="#8d2424">CONFUSO.</font></strong><span>&nbsp;Qual? Ele n&atilde;o diz qual? Seria a primeira declara&ccedil;&atilde;o batista, proferida por </span>Thomas Helwys<span> em 1611? Os batistas reformados, remontam uma identidade de batistas calvinistas, logo imposs&iacute;vel ser a declara&ccedil;&atilde;o de Helwys. A primeira Declara&ccedil;&atilde;o de F&eacute; Batista n&atilde;o &eacute; calvinista, por tanto, n&atilde;o &eacute; para este grupo, uma "declara&ccedil;&atilde;o batista reformada (calvinista)". Por isso a fala esta confusa. Se for na perspectiva brasileira, seria a Confiss&atilde;o de F&eacute; Batista de </span>New Hampshire&#8203;<span>? Aquela que diz no t&oacute;pico de salva&ccedil;&atilde;o, que "<em>c</em></span><em>remos que as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da salva&ccedil;&atilde;o s&atilde;o colocadas &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de todos pelo evangelho</em>"; por tanto, uma leitura de expia&ccedil;&atilde;o ilimitada, que diverge da posi&ccedil;&atilde;o calvinista?&nbsp;<span>Em um dado momento, a fala parece n&atilde;o mais preocupada em dar conta de uma resposta comparativa, e parece ser tocado como um v&iacute;deo tutorial em defesa do batista reformado.&nbsp;</span><br /><br /><em><font color="#ae40a5" size="5"><strong>"h&aacute; dois s&eacute;culos, toda igreja batista possu&iacute;a presb&iacute;teros"</strong></font></em><br /><strong><font color="#8d2424">INSUSTENT&Aacute;VEL.</font></strong><span>&nbsp;</span>Historicamente, as igrejas batistas n&atilde;o reconhecem o presb&iacute;tero como um of&iacute;cio separado do pastor ou di&aacute;cono; &eacute; comumente considerado um sin&ocirc;nimo de di&aacute;cono ou pastor, conforme Paul Fiddes defende em seu livro "<em>A Leading Question: The Structure and Authority of Local Church Leadership</em>". No Brasil, desde os pioneiros at&eacute; o momento, a tradi&ccedil;&atilde;o batista hist&oacute;rica por aqui tamb&eacute;m gira entorno de dois oficiais: pastor e di&aacute;cono. Contudo, &eacute; importante dizer que isso n&atilde;o &eacute; universal nos c&iacute;rculos batistas. H&aacute; algumas igrejas batistas que s&atilde;o lideradas por anci&atilde;os, mas n&atilde;o se sustenta o argumento de voltar a origem ou ser tradicional seria defender uma eclesiologia que comporte um presbit&eacute;rio para al&eacute;m do diaconato e do minist&eacute;rio pastoral. A Conven&ccedil;&atilde;o Batista do Sul dos Estados Unidos n&atilde;o prescreve um padr&atilde;o liderado por presb&iacute;teros, conforme &nbsp;Artigo VI da "<em>Baptist Faith &amp; Message</em>", lista apenas&nbsp;pastor e di&aacute;conos, embora, fazendo uso da liberdade de autonomia local, algumas&nbsp;igrejas desta conven&ccedil;&atilde;o utilizem esse modelo, mas n&atilde;o h&aacute; base convencional para tal defesa. Outros ramos batistas (incluindo batistas reformados, que n&atilde;o s&atilde;o os pioneiros) adotam o presbit&eacute;rio, mas nem todos. O termo funcional 'presbit&eacute;rio' tem sido usado entre os batistas do sul dos Estados Unidos para denotar seu conselho de ordena&ccedil;&atilde;o. No Brasil, apenas os batistas reformados defendem, salvo rar&iacute;ssimas exce&ccedil;&otilde;es. Nenhuma outra tradi&ccedil;&atilde;o batista em territ&oacute;rio nacional usa esse modelo. Por tanto, ao fazer a defesa desse modelo destacando os batistas reformados, o v&iacute;deo deixa de ser um "tira d&uacute;vidas" comparativo para ser panflet&aacute;rio.<br /><br /><em><font color="#ae40a5" size="5"><strong>"resgatar essa maneira b&iacute;blica de lideran&ccedil;a de igreja, n&eacute;? Aonde voc&ecirc; n&atilde;o tem apenas um pastor, mas um grupo de presb&iacute;teros"</strong></font></em><br /><strong><font color="#8d2424">INSUSTENT&Aacute;VEL.</font></strong><span>&nbsp;Tanto biblicamente no entendimento da tradi&ccedil;&atilde;o batista no brasil, quanto historicamente falando, esse modelo nunca foi adotado aqui pelos batistas pioneiros e toda sua trajet&oacute;ria at&eacute; hoje, referenciando-se na hist&oacute;ria da CBB e de outros grupos batistas hist&oacute;ricos por aqui. H&aacute; casos isolados? Sim! Mas a exce&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; regra. Por tanto, os batistas considerados ou chamados de "tradicionais" jamais usam o modelo de presbit&eacute;rio.&nbsp;</span><br /><br /><em><font color="#ae40a5" size="5"><strong>"A t&iacute;pica, a tradicional igreja batista, &eacute; muito dif&iacute;cil definir isso"</strong></font></em><br /><strong><font color="#8d2424">INSUSTENT&Aacute;VEL.</font></strong><span>&nbsp;Na verdade, se tem uma coisa que batista reformado n&atilde;o &eacute;, &eacute; ser tradicional. Os batistas que s&atilde;o chamados tradicionais, s&atilde;o os batistas tradicionalistas, conservadores, que mantem a tradi&ccedil;&atilde;o batista de liturgia, utilizando at&eacute; hoje o Cantor Crist&atilde;o, mantendo-se fiel a coopera&ccedil;&atilde;o na CBB, mantendo suas organiza&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas, o modelo eclesi&aacute;stico congregacional, com apenas dois oficiais: di&aacute;cono e pastor. Uma igreja n&atilde;o sacramentalista, que faz de tudo para n&atilde;o ter resqu&iacute;cio de romanismo. Geralmente alguns reformados ocupam seu tempo na rede para levantar cr&iacute;ticas, muita das vezes infundadas a coopera&ccedil;&atilde;o em todo da Conven&ccedil;&atilde;o Batista Brasileira, dando luz a quest&otilde;es controversas&nbsp;que fogem ao seu controle, dado a complexidade que essa coopera&ccedil;&atilde;o se materializa. Os chamados de batistas tradicionais, pelo contr&aacute;rio, tecem as cr&iacute;ticas, mas com zelo e preocupa&ccedil;&atilde;o com a denomina&ccedil;&atilde;o expressa na coopera&ccedil;&atilde;o, caso das conven&ccedil;&otilde;es e associa&ccedil;&otilde;es.&nbsp;</span>Os batistas tradicionais acreditam firmemente em igrejas como comunidades aut&ocirc;nomas locais, com a total separa&ccedil;&atilde;o entre igrejas e estado. Em geral n&atilde;o aderem a expia&ccedil;&atilde;o limitada. Rejeitam o neopentecostalismo, a prega&ccedil;&atilde;o motivacional e s&atilde;o intransigentes quando ao defesa de sua vis&atilde;o memorialista da Ceia do Senhor e ao Batismo apenas por imers&atilde;o, ministrados apenas para quem conscientemente professa a F&eacute; em Cristo. <span>Dentro dos tradicionais, voc&ecirc; encontra fundamentalistas e conservadores, mas em geral, ambos os grupos v&atilde;o concordar com as prerrogativas acima, muito embora alguns sejam&nbsp;</span>landmarkistas e dispensacionalistas, isso nunca foi motivo para celeumas com quem tem uma vis&atilde;o diferente dessas posi&ccedil;&otilde;es.<span>&nbsp; Muitos batistas reformados, n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o intransigentes&nbsp;na defesa desses pontos apresentados. N&atilde;o quanto s&atilde;o os&nbsp;batistas chamados de tradicionais.</span></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>