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As confissões de fé batistas ajudam a entender por que o campo batista no Brasil não cabe numa resposta simples do tipo “é calvinista” ou “é arminiano”. Historicamente, a Convenção Batista Brasileira adotou a tradução da Confissão de New Hampshire em 1916 (na época intitulada Declaração de Fé das Igrejas Batistas do Brasil) e, a partir de 1986, passou a orientar-se pela Declaração Doutrinária, com linguagem conciliatória sobre eleição e responsabilidade humana. Já a Confissão Batista de Londres de 1689 não foi o padrão do tronco subscrito pelos batistas no Brasil em nenhum comento histórico, seja nos primordios, ou no desenrolar do século XX, mas é adotada por pequenos grupos batistas identificados com a TULIP e que se auto intitulam "reformados", termo que no Brasil, não foi adotado por nenhum batista no século XX. 1) Adoção no Brasil por período histórico
2) Adoção por famílias batistas no Brasil A) Batistas ligados à CBB (a “tradição majoritária” histórica)
B) Batistas Nacionais (CBN) A Convenção Batista Nacional nasce em 1967 como um movimento de Renovação Espiritual (ênfase na atuação do Espírito e dons), formando um campo batista distinto do eixo histórico da CBB.
C) Batistas Regulares O universo dos regulares (no Brasil) é descrito em pesquisas como ligado a um perfil conservador/fundamentalista (com ênfase forte em separação doutrinária, defesa bíblica, etc.).
Síntese objetiva
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SOBREBLOG do Grupo de Pesquisa sobre História e Memória dos Batistas Histórico
Fevereiro 2026
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